DECISÕES GERAM CONSEQUÊNCIAS

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Tomamos decisões de todos os tipos diariamente, tratando dos mais diversos assuntos. Essas decisões  podem ser muito simples – por exemplo, se devo levar um guarda-chuva -, até bem sérias – mudar ou não de emprego.

Toda decisão gera consequências, que podem ser pequenas – por exemplo, choveu e eu fiquei molhado por não ter levado guarda-chuva -, ou grandes – por exemplo, fiquei profundamente infeliz no novo emprego.

E essas consequências são o preço a ser pago pelas decisões tomadas. E o preço pago pode tomar forma material – por exemplo, ficar sem dinheiro -, emocional – por exemplo, sofrer uma desilusão amorosa -, ou espiritual – por exemplo, perder a salvação.

O problema é que muitas vezes tomamos decisões sem avaliar antes seu impacto sobre nossas próprias vidas, bem como sobre as vidas de outras pessoas. 

Um exemplo: a decisão sobre o aborto
Vejamos um exemplo histórico de consequências desastrosas, e não previstas, de uma decisão. Algumas décadas atrás, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu liberar a prática do aborto, quando houvesse  decisão expressa da gestante nesse sentido e a gestação estivesse limitada a 20 semanas.
As estatísticas mostram que mais de 50 milhões de bebês foram abortados desde essa decisão. Um número simplesmente estarrecedor. E as investigações comprovaram que acabou se desenvolvendo uma verdadeira indústria de abortos, tanto para promover esses os atos médicos propriamente ditos, como também para vender partes dos corpos dos fetos abortados para serem usados em pesquisas ditas científicas.
Não vou entrar aqui no mérito da discussão do aborto (evidentemente sou contra), mas aqueles juízes do Supremo americano tomaram uma decisão que continua a ter repercussões imensas cerca de 50 anos depois. Será que aqueles juízes tinham noção dos efeitos da sua decisão? 
Depoimento recentes de ex-assessores daqueles juízes indicam que aqueles magistrados não tinham ideia clara das consequências totais da sua decisão – nunca imaginaram que as coisas chegariam onde chegaram. Tomaram uma decisão com a melhor intenção possível, pensando fazer o que era certo, mas acabaram se tornando co-responsáveis por resultados catastróficos.
As consequências das suas decisões
Você precisa tomar muito cuidado com as decisões que toma na vida, especialmente aquelas que não têm volta, isto é, que dificilmente podem ser desfeitas.

Vou dar alguns exemplos.  Se você não levar um guarda-chuva e chover, é possível entrar na loja da esquina e comprar um novo por, digamos, R$ 10,00. Portanto, corrigir o erro, nesse caso é relativamente simples e barato. Mas, se você escolher errado seu novo emprego, sua carreira profissional pode nunca mais se recuperar. 

Sem dúvida, sua escolha mais importante na vida é a decisão de aceitar Jesus como seu senhor e salvador pessoal. Afinal, deixar de dar esse passo poderá levar você a se afastar de Deus e a perder sua salvação.

Tem gente que pensa poder adiar essa escolha, por não querer mudar sua vida agora. E usam o exemplo do ladrão que apenas aceitou Jesus quando já estava morrendo na cruz, e mesmo assim foi salvo (João 19:31-33), para justificar o adiamento.

É verdade que sempre há tempo, enquanto houver vida, para dar o passo em aceitar Jesus e esse aproximar de Deus. Mas, adiar essa aceitação gera um enorme risco, pois pode não dar tempo.

E há um outro risco que aqueles que se recusam a tomar a decisão já não percebem: as consequências dos pecados cometidos no passado. Por exemplo, uma pessoa que viva uma vida desregrada por muitos anos e venha a se converter já idosa, não conseguirá apagar  as consequências do tipo de vida que escolheu, tanto no seu próprio corpo, como nas suas emoções, sem contar em outras pessoas. Essa pessoa será salva sim, mas as consequências dos pecados passados vão permanecer, de uma forma ou de outra. E algumas dessas consequências podem se perpetuar de geração em geração, como no caso de filhos e filhas traumatizados  para sempre por pais péssimos. Foi sobre isso que Deus quis alertar quando disse que visitaria a iniquidade dos pais na vida dos filhos, até a quarta geração (Êxodo capítulo 20, versículo 5).

Portanto, pense bem ao tomar suas decisões. Leve em conta as consequências para você e aqueles que ama, tanto a curto, como a longo prazo.

Com carinho

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