OS SÍMBOLOS DO NATAL SÃO PAGÃOS?

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Todo ano, quando as decorações de Natal são colocadas, trava-se uma discussão interminável entre os/as evangélicos/as sobre se essas decorações (árvores, bolas e outros enfeites) devem ser usadas, já que tiverem origem em meio pagão. Afinal, é ou não errado usar decoração natalina em ambientes cristãos?

E há argumentos a favor e contra uma e outra posição. Isso gera confusão e muita gente fica sem saber bem em quem acreditar – eu mesmo já recebi muitas perguntas a esse respeito aqui no site. 
Vou tentar esclarecer essa questão para que você possa tomar suas próprias decisões de forma tranquila e segura.
As raízes da divergência
Quem é contra as decorações de Natal procura evitar fazer uso de coisas que tenham potencial para contaminar suas vidas (por terem tido origem em meio pagão), dando espaço para a ação do Inimigo. 
Os que pensam de forma contrária, defendem que o importante mesmo é o uso que se dá às coisas e não a origem delas. Portanto, não haveria mal nenhum em usar decoração tradicional natalina, dando a elas um cunho cristão.
Quem está com a razão?
Eu dou razão a quem aceita as tradições natalinas, por duas razões. Primeiro, se formos eliminar de nossas vidas todas as tradições que tiveram origem no meio pagão, não vai sobrar quase nada.
A segunda razão é haver respaldo bíblico para a incorporação em nossas vidas tradições vindas de outras origens, quando elas são usadas com o espírito certo.
Vou começar por discutir a primeira razão. Não faz sentido aceitar um monte de tradições pagãs e discriminar especificamente as tradições natalinas. Se fosse o caso de afastar tradições de origem pagã, seria preciso expurgar todas elas e não somente algumas coisas, preservando outras.
A verdade é que incorporamos, em nossa vida cristã, inúmeras tradições que tiveram origem pagã. E começo lembrando que há conceitos usados na teologia cristã cuja origem está em filósofos gregos – Platão, Aristóteles e outros. Um belo exemplo é a ideia do Verbo Divino (Cristo), citada no começo do Evangelho de João (capítulo 1, versículo 1), que foi inspirada no conceito do “logos” da filosofia grega. 
Outro exemplo interessante vem da arquitetura. Toda igreja tem um púlpito, lugar especial, pois dali o/a pastor/a fala à congregação. Repare que os púlpitos tradicionalmente costumam colocar o/a dirigente em local mais elevado, para caracterizar que está sendo passada dali uma mensagem vinda de Deus.
A ideia do púlpito foi tirada das cadeiras para leitura existentes em diferentes locais públicos do mundo pagão, inclusive nos templos. Esse conceito não existia no Templo de Jerusalém, construído por Salomão. E o púlpito só foi adotado pelo judeus, nas suas sinagogas, bem mais tarde, embora eles não tivessem escrúpulos em adotar boas ideias dos pagãos.
Foi de um local desse tipo que Jesus leu do livro do profeta Isaías para a comunidade judaica, na sinagoga em Nazaré (Lucas capítulo 4, versículos 16 a 18).
Ao longo da história da igreja cristã essa cadeira de leitura foi usada em diferentes lugares, primeiro atrás do altar e, depois, na sua lateral, quando passou a ser conhecida como púlpito. 
Outro exemplo de tradição pagã adotada no cristianismo é a forma como se ministra o sermão – o/a pregador/a fala e todos escutam. No tempo de Jesus e no início do cristianismo, a pregação era feita com a participação dos ouvintes, com base em perguntas e respostas, como podemos perceber em vários exemplos do Novo Testamento. A forma atual  deriva da prática dos professores de retórica e dos debates em praça pública realizados nas cidades gregas, que eram pagãs. 
O mesmo poderíamos dizer das vestes litúrgicas (estolas sacerdotais), da decoração do altar com cores representativas das diferentes épocas do ano, da arquitetura das catedrais, etc. Em todas essas práticas estão presentes tradições que vieram do paganismo.
O que fazer então? Devemos abandonar tudo isso? Penso que seria impossível e nem isso se faz necessário. E aqui entra a segunda razão pela qual defendo o uso das tradições natalinas: Deus não nos pede para fazer isso.
E há um excelente exemplo na Bíblia do uso de tradições pagãs nas práticas religiosas do povo de Israel, uso esse aprovado por Deus. Refiro-me ao Templo de Jerusalém, construído por Salomão, segundo as orientações dadas pelo próprio Deus. O edifício principal desse tinha, na entrada, duas colunas enormes, decoradas com romãs (1 Reis capítulo 7, versículos 15 a 22).
Ora, esse tipo de arquitetura (especialmente as duas colunas na entrada principal) era muito comum em templos pagãos, anteriores ao Templo de Salomão, conforme a arqueologia já demonstrou. Em outras palavras, a planta do Tempo de Salomão foi inspirada em tradições pagãs.
 

Além disso, os israelitas que trabalharam na construção do Templo de Jerusalém aprenderam seu ofício com artesãos do Líbano, considerados os melhores do mundo na época (1 Reis capítulo 5, versículos 13 e 14). Os artesãos israelitas usaram no Templo de Jerusalém a mesma arte que aprenderam dos seus professores libaneses, que eram pagãos. 

Por causa disso Deus desprezou o Templo de Jerusalém? De forma nenhuma: Ele encheu o local com sua presença (1 Reis capítulo 8, versículo 11). 
 

Concluindo, respeito quem pensa de forma diferente, evitando esse ou aquele simbolo natalino. Isso é questão de fôro íntimo que não cabe a ninguém discutir. 

Agora, mostrei aqui não ser possível estabelecer doutrina proibindo essas coisas. Porque são incontáveis os exemplos de tradições de origem pagã incorporadas ao nosso dia-a-dia, como também porque há exemplos bíblicos que referendam essa prática.
Cada um faça aquilo que entende ser o correto – o que sua consciência lhe disser para fazer -, mas não é correto tentar impor às pessoas proibição do uso dos símbolos natalinos, como algumas lideranças cristãs tentam fazer.
 

Com carinho

9 Comentários


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    Moisés Hombe

    Graça e paz a todos em nome do Senhor Jesus!
    Amado quanto ao argumento que apresenta para defender o uso ou não de certos símbolos natalinos, isso visa confundir mente do povo de Deus e para o caso não é a intenção do amado.
    Sabe-se muito bem que os símbolos têm cunho ou origem pagão e por tradição ou inclinação ao simbolismo as pessoas se apegam a eles que não seria correcto. Há muita diferença empregar um certo conhecimento adquirido como uma arte e colocar em pratica a uma ideologia como o simbolismo que na sua maioria tem ligação a uma divindade pagã, por exemplo o dia 24 ou 25 dedicados a deuses pagãos: Mitra, Saturno dion, etc.
    Por isso não devemos confundir a mente do povo de Deus, se queremos ajudar, vamos mesmo ajudar de verdade no sentido de afastar o mal e não tapar o sol com a peneira e fazer de contas, porém, não há comunhão possível entre as trevas e a luz.
    Dizem as sagradas escrituras em Jeremias o seguinte: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.” (Jeremias 10:2-4). Quero dizer que as coisas dedicadas ou com ligação a deuses não devem ser adoptadas pelos cristão para cultos ou uso seja pessoal com colectivo que tendem a prejudicar a verdadeira fé no Deus vivo. Os elementos que muitas vezes aparecem em discussão nos círculos cristãos surgem a volta do natal, que pelo que se pode depreender realmente tem origem pagão. Senão porque ou com que intenção o Criador deixou de mencionar a data real do nascimento do Salvador se na Bíblia há tantas datas de nascimentos e eventos? Se já é equivoco a comemoração do natal, porque usar os elementos de decoração em casa ou igrejas de cristãos? Por outro, porque motivo os cristãos primitivos não procuraram comemorar o natal, os apostolo que estiveram mais próximo de Jesus não estariam preocupados com o assunto até mesmo quando Jesus ainda andando com eles na terra? “…” Cuidado com as contaminações possíveis que estes elementos podem acarretar na vida do povo pois muitos acabam dando maior importância aos elementos do que ao próprio Salvador, aliais os cristão devem viver e andar pela fé, não precisamos de ver nem tão pouco apalpar.


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      Vinicius Moura

      Meu caro Moisés

      Respeito seu ponto de vista, mas penso que um princípio teológico – como o “logos” ou o “verbo”, tem muito mais peso que qualquer prática de origem cultural. E a se a Bíblia usa o conceito de “logos”, para mim, isso é prova suficiente que o que importa não é de fato a origem das coisas, mas sim seu conteúdo e a maneira como são usadas.

      No caso do exemplo do “logos”, penso que o filósofo que teve essa percepção viu uma grande verdade, embora fosse pagão. Afinal, pagãos também podem ver a verdade e vários relatos disso na Bíblia, como, por exemplo, os reis magos viram a estrela de Belém.

      A questão, conforme quis mostrar no meu texto, é o uso que se dá a essas ideias e costumes. Por exemplo, adotar 24 de dezembro para arbitrariamente ser o dia de Natal, não acredito que traga qualquer problema. Algum dia precisaria ser arbitrado para essa comemoração e os líderes cristãos, muitos séculos atrás, escolheram essa data não para homenagear deuses pagãos e sim para gerar uma comemoração que concorresse com as deles. E não me parece haver nada demais aí.

      Da mesma forma, não vejo porque árvores e enfeites de natal desencaminhem quem quer que seja. É claro que não se pode substituir, como muita gente faz, Jesus Cristo pelo Papai Noel (tenho uma postagem aqui no site que fala sobre isso), pois aí o erro não é a origem da coisa e sim a idolatria que está a ela atrelada. Como, infelizmente, aconteceu na história da igreja cristã, especialmente entre os católicos, em relação às relíquias de mártires e pessoas ditas santas, que tiveram origem nobre e foram completamente desvirtuadas.

      Concluindo, sei que esse é um debate sem conclusão e aceito que muita gente pense de forma diferente da minha sem qualquer problema. É assim mesmo com muitos conceitos teológicos.

      O que acho importante é que, quem pensa uma coisa ou outra, não seja dogmático e reconheça que há quem pense diferente e há razões ponderáveis para justificar cada posição. Infelizmente, há pastores, como eu mesmo já vi de perto, que impõem suas ideias e não as discutem e muito menos apresentam argumentos sólidos para aquilo que defende. E isso sim, parece-me desencaminhar o rebanho, pois faz as pessoas aceitar posições que nem entendem bem de onde vem e que não são unânimes mesmo no meio cristão.

      Abs


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    maria alves

    olha, Deus não ama o pecado mas, ama o pecador, e todos nós cometemos erros, você tem o livre arbitrio para escolher o que é certo ou que é errado para sua vida. Peça a Deus direção de sua vida o que Ele lhe ensinar faça. e o que outros pensam de você deixa pensar,seja sempre você, e deixa Deus agir em sua vida.


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    maria alves

    olha, Deus não ama o pecado mas, ama o pecador, e todos nós cometemos erros, você tem o livre arbitrio para escolher o que é certo ou que é errado para sua vida. Peça a Deus direção de sua vida o que Ele lhe ensinar faça. e o que outros pensam de você deixa pensar,seja sempre você, e deixa Deus agir em sua vida.


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    Anônimo

    ——– Resposta minha à um blog.————-
    Suas colocações soam equivocadas em relação à exegese de texto no livro de Reis. Veja bem esta comparação: Naquele tempo usava-se cobertura para os pés (tipo sapatos ou algo assim). Israelitas também usavam coberturas para os pés. O uso de coberturas para os pés maleficia a tal cobertura ? Não. Utilizar a motivação da natureza para decoração macula tal motivação? Não! Contudo o uso liturgico da natureza a paganiza. A árvore que coloco em uma casa na época natalina configura pela equivocada utilização, ritual de liturgia. (Aqui liturgia refere-se ao repetitivo conjunto de práticas que oficializia cerimonia, sacralizando este mover humano que em seu âmago motivacional compõe-se de sentido espiritual) Assim se há sentido espiritual na decoração natalina existe a representatividade transcendente em tal mover. TUDO ASSIM MUDA DE FIGURA … Vc está legalizando o erro através de exegese textual inadequada. Vc já parou para pensar que está lidando com o povo de Deus e para um que ensina errado é fatalidade adquirida? E que em síntese completa este NATAL agregado de suas simbologias oriundas de fora do contexto Escriturístico paganismo apregoado torna-se. Não é maldição transformada em benção ! Ou há água pura ou não há. Porque a água da Verdade vem de Cristo, mata a sede. A sede é morta, não quem bebe … jessejrteologo@hotmail.com LUTAMOS PELO MESMO IDEAL:CRISTO ! Paz!


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      Anônimo

      Agradeço sua colaboração que enriqueceu nosso debate.

      O mesmo comentário que você fez sobre a árvore, se aplica por exemplo ao dia do Natal. A data de 24 dez ficou sagrada por ter sido escolhida para representar o nascimento de Jesus e ela era originalmente uma data pagã, a comemoração do solstício de inverno. Vamos agoara deixar de comemorar o Natal na noite de 24 dez?

      A cultura humana é formada por uma sucessão de camadas de informação que vão sendo superpostas umas às outras, ao longos dos anos. Assim, o significado das coisas vai mudano ao longo do tempo e isso vale para tudo: palavras, atos, lugares, etc. Há enorme quantidade de exemplos que eu poderia dar para você e no meu texto eu citei alguns deles.

      Continuo não convencido pelos argumentos daqueles que querem ler hoje em dia ideias pagãs em coisas que são praticadas com outra intenção. Se formos por esse caminho, vamos ter que proibir a dança, boa parte da música, da literatura, do folclore e assim por diante. Enfim, da cultura humana. Não acho que o caminho seja por aí.

      Conforme comentei, a própria arquitetura do Templo de Jerusalem era de inspiração pagã, tendo sido encontrada em templos muito anteriores ao de Salomão. E nem por isso Deus deixou de consagrar o Templo e sua presença habitava nele.

      Finalmente, eu tenho muita consciência quanto ao que escrevo aqui e sua consequência sobre a vida das pessoas. Mas acho que aqueles que querem colocar cargas pesadas sobre a vida das pessoas, exigindo delas coisas que não são sancionadas pela Bíblia, também precisam ter a mesma preocupação, conforme Jesus advertiu.

      Vinicius


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    pb. leandro lima de almeida

    a paz para vc jovem não e erado se espresar erado e saber que estar num e continuar quando aceitamos Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
    2 Coríntios 5:17 então tudo e novo descubra isso nao e presiso so acreditar em e presiso confesa-lo como senhor e salvador de sua vida Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,
    A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
    Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.
    Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

    Romanos 10:8-11


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    Adrielson Lopes

    Seu vinicius…
    tenho 25 anos sou católico desde quando me entendo por gente,conforme fui tocando minha vida fui desacreditando em algumas coisas como Nossa senhora de Nazaré!a qual fazia minhas orações fervorosamente quando mais jovem, hoje depois de minhas andanças pela vida, namoradas evangelicas, amigos e muitos amigos eu sinto um certo receio dos evangelicos não sei se é a palavra . não sei se estou generalizando tambem escrevendo dessa forma.
    A questão é que me incomoda a jeito de alguns falarem que são evangélicos passando uma ironia de uma forma tipo! agora eu sou da igreja essa minha vida eh passado! tipo reprovando a vida que eu e muita gente boa , honesta e posso dizer ate que com um coração enorme tem eh errada, eh pecado eh motivo de olhar e entortar o canto d boca e balançar a cabeça.porque eu curto sair com amigos beber uma cerveja de vez em quando. repudiando totalmente, sendo que a minha fé por Deus é muito grande eu agradeço as coisas boas, peço que ele me guie nos momentos dificeis que ele sabe o que eh melhor pra mim mais do que eu mesmo.Eu tenho um amigo ateu, e o meu amigo evangelico o pai dele ainda e pastor, durante 4 anos faziamos as mesmas coisas esse fim de ano ele voltou pra igreja e me olha da mesma forma que descrevi assim, se afastou de mim mais nem percebe. A questão aqui não eh que eu esteja dizendo ou criticando a atitude de viver uma vida como ele acha que eh melhor ir pra igreja , não beber, não sair, mais não acho certo essa visão, essa ótica que muitos evangelicos tem, e quando ocorre algo de errado,no trabalho,no relacionamento e motivo pra sair, beber, converçar e depois acordar no dia seguinte se martirizando dizendo que foi um homem de pouca fé e muitos passam anos no alcoolismo, nas drogas, n vida do crime e depois voltam pra casa do senhor a igreja com o mesmo olhar de superior.
    eu nunca fiz mal a ninguem acredito muito em Deus tenho minha fé meus costumes mais não e de hj que isso passa na minha cabeça e no meu coração. como o senhor descreveria ou me aconselharia nessa situação. ??? desde ja agradeço.


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      mary angela

      amado, creio que Deus gostaria de falar com vc
      então vc pode ler, na bíblia (único livro que ele nos deixou)
      Êxodo 20…Deus abençoe a sua vida. bjs no seu coração.
      Mary …fone 13 99629-3963

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