QUAIS SÃO SUAS PRIORIDADES NA VIDA?

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Uma pesquisa feita com velhinhos(as) moradores(as) de um abrigo para idosos(as) nos Estados Unidos, procurou analisar uma questão importante: As pessoas escolhem as prioridades certas para suas vidas?

E nada melhor do que fazer isso no final da vida, quando as pessoas já têm perspectiva do que fizeram e deixaram de fazer e podem chegar a um veredicto de suas vidas tiveram sucesso, naquilo que verdadeiramente importa.

A pesquisa analisou essa questão fazendo uma pergunta simples: O que essas pessoas lamentavam não ter feito na vida? E aí a questão da escolha de prioridades ficou bem aparente.

Afinal, as prioridades caracterizam como usamos nosso próprio tempo – afinal, sempre temos mais disponibilidade para as coisas que julgamos mais importantes. 

A pesquisa indicou que as pessoas falaram sobre três questões principais: 

Ter tido mais tempo para quem amavam
A vida moderna é um grande corre corre: As pessoas tentam equilibrar as demandas do trabalho, família, relação amorosa, cuidados pessoais e lazer. Há sempre muito por fazer e o tempo é insuficiente para investir em todas as atividades.

E aí é preciso escolher – privilegiar uma atividade em relação às outras. Por exemplo, se um rapaz é fanático por seu time de futebol, vai priorizar assistir os jogos e talvez tenha menos tempo para a namorada. Se a moça é extremamente ambiciosa, vai dedicar quase todo o seu tempo à empresa e vai sobrar pouco para a família. E assim por diante.

Precisamos fazer escolhas, pois não há como fazer tudo. É preciso estabelecer prioridades e elas vão definir o que se faz ou se deixa de fazer.

Portanto, quando alguém diz que não tem tempo para fazer determinada coisa, o que de fato está dizendo é que aquela atividade tem menor prioridade para ela. Se tivesse prioridade mais alta, ela teria tempo. Simples assim.

A resposta dos(as) velhinhos(as) mostrou que somente no final da vida eles(as) perceberam que deveriam ter dado mais prioridade ás pessoas que amavam. Deveriam ter investido mais tempo para ficar na companhia de esposo(a), filhos(as) e amigos(as). Não fizeram isso e hoje lamentam. E isso é triste, muito triste, pois agora é tarde. Essas pessoas não têm mais tempo para investir numa mudança de rumos nas suas vidas.

Ter se arriscado mais para obter o que desejavam
Os(as) velhinhos(as) lamentaram não terem sido mais audaciosos(as) na busca de seus sonhos. Não quiseram assumir  assumir os riscos relacionados com aquilo que desejavam. Preferiram privilegiar a segurança e/ou o conforto.

Ora, correr riscos é parte da vida. Por exemplo, amar gera riscos – de ser rejeitado(a), de perder a pessoa amada e assim por diante. Quem não quer correr risco algum nesse campo, pode até escolher fugir do amor, sentir-se seguro, mas aí a vida perde cor e sabor.

Você quer montar o próprio negócio, para ganhar mais dinheiro, vai ter que correr riscos. Quer mudar de cidade, ou de país, para construir uma vida melhor, também vai viver riscos. E assim será com qualquer atividade importante para sua vida.

E isso se aplica até à escolha mais importante da sua vida: seguir Jesus. Há o risco de perder amigos(as), de contrariar interesses para defender quem é mais fraco, de ser discriminado, de precisar abrir mão do próprio conforto e assim por diante. Seguir Jesus verdadeiramente não é coisa para medrosos(as) – basta lembrar de Pedro, que negou Jesus por três vezes, porque ficou com medo de também ser preso.

O que é mais importante para você? A própria segurança e conforto ou algo que quer e/ou precisa muito? Os(as) velhinhos(as) lamentaram ter optado pela própria segurança e conforto. Escolheram a prioridade errada.

Ter feito mais coisas boas 
Os(as) velhinhos(as) lamentaram não estar deixando o legado de boas obras que gostariam. Estavam decepcionados(as) consigo mesmos(as) por não terem feito todo o bem que estava a seu alcance.

E  por que isso aconteceu? A resposta novamente aponta para a escolha de prioridades erradas. Provavelmente, essas pessoas focaram demais nas suas próprias necessidades – conforto, estabilidade financeira, status social, etc – e não tiveram disposição para fazer bem ao próximo. 

Fazer o bem exige dedicação e tempo. É preciso abrir mão do próprio conforto. E não há como evitar isso. 

O que podemos aprender com tudo isso
Se sua vida acabasse hoje, quais seriam seus arrependimentos? Se você não quer ter arrependimentos, precisa priorizar as coisas certas.

E que coisas são essas? Jesus ensinou que você deve colocar Deus diante de tudo e amar o próximo como a si mesmo(a). Em outras palavras, isso significa colocar Deus em primeiro lugar e dar ao seu próxima a mesma prioridade que você dá a si mesmo(a).

Isso é simples de entender, mas nada fácil de fazer. Sei bem disso. Mas, se você quiser chegar ao fim da vida sem arrependimentos, essas precisam ser as suas prioridades.

E provavelmente ainda está em tempo para você fazer isso. Basta querer. 

Com carinho

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