O QUE TORNA JESUS DIFERENTE DE TODOS

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Jesus Cristo, o Salvador da humanidade, é o centro da fé cristã. É n´Ele que cremos e sobre Jesus repousam todas as nossas esperanças. Simples assim.

Mas o que torna Jesus tão especial? Aquilo que Ele ensinou? Seu exemplo de vida? Os milagres que realizou? Onde está a diferença em relação a todos os demais seres humanos?

É claro que Jesus nos deixou ensinamentos maravilhosos e até quem não é cristão reconhece isso. Mandamentos dados por Ele – por exemplo, para amar o próximo, perdoar quem nos ofendeu ou não usar de violência -, se fossem de fato seguidos por todo mundo, tornariam nosso mundo num verdadeiro paraíso. 

Mas por mais elevados que esses ensinamentos, não são eles que Jesus uma figura única. Isso porque outros homens – como Confúcio ou Buda – foram capazes de produzir ensinamentos de sabedoria do mesmo quilate. Que poderiam fazer toda a diferença na vida das pessoas, se fossem seguidos. Portanto, a reposta não está aí.

É também certo que Jesus foi exemplo de vida. A forma como viveu – sua humildade, simplicidade, dignidade, amor pelo próximo e muito mais – constitui um modelo de comportamento que todos(as) devemos procurar imitar. E é isso que Deus espera de cada um(a) de nós.

Mas também é fato terem existido outros seres humanos que, mesmo sem alcançar o mesmo nível de perfeição de Jesus, também deram exemplos de vida admiráveis. Gente como São Francisco de Assis e o próprio apóstolo Paulo. Assim, deve haver alguma outra coisa que tornou Jesus único.

Será o fato d´Ele ter feito milagres fantásticos? Como transformar água em vinho, andar sobre as águas, ressuscitar mortos, curar toda a espécie de doenças ou multiplicar pães e peixes? 

Não há dúvida que os milagres de Jesus foram incríveis, mas ainda assim outras pessoas realizaram milagres tão grandes quanto Ele. Por exemplo, Elias e Paulo ressuscitaram pessoas. Moisés abriu o Mar Vermelho. Elias multiplicou alimentos e fez cair fogo do céu. Pedro tinha tanto poder que até sua sombra curava (Atos dos Apóstolos capítulo 5, versículo 15). 

Ora, se não foi nada disso que tornou Jesus uma pessoa única, o que foi então? A resposta é simples: sua morte na cruz por nós e sua ressurreição dentre os mortos.

Repare que somente a morte na cruz em si não seria suficiente para garantir isso, pois homens como Pedro tiveram morte semelhante. A diferença começa realmente no fato que Jesus deu sua vida por nós, como sacrifício para redenção dos nossos pecados. 

E ninguém mais ressuscitou dentre os mortos, como Jesus. Esse fato deu credibilidade a tudo que tinha dito e prometido. Em outras palavras, a ressurreição autenticou a missão de Jesus como Salvador da humanidade. Portanto, é aí que está a grande diferença.

Nenhum homem se sacrificou por conta dos pecados da humanidade, tendo prometido antes que faria isso, e muito menos ressuscitou dentre os mortos para comprovar que tinha dito a verdade. Só Jesus. 

E não sou só eu quem diz que na morte e ressurreição de Jesus está de fato toda a diferença. O apóstolo Paulo afirmou a mesma coisa (1 Coríntios capítulo 15, versículos 13 a 15):

E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam.

Repare no que Paulo disse: se Jesus não ressuscitou dentre os mortos, nossa fé é vã, isto é não tem qualquer valor. Mas o contrário também vale: se isso é verdade, nossa fé tem base sólida. E é nisso que acreditamos.

Portanto, aí está a diferença. E essa é a razão da nossa esperança e a base da nossa fé.

Com carinho

 
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Vinicius Moura

Nasci em 1951. Já estou entrando naquela idade em que as pessoas não mais buscam aventuras, mas, de certa forma, este blog é uma aventura para mim, pois não sei bem o que esperar dele. Sou evangélico desde o nascimento. Sou também autodidata e venho me dedicando a esse tipo de estudo há mais de 20 anos. Tenho a oferecer, no papel de mediador deste blog, a experiência que acumulei ao longo de todos esses anos. Quero mostrar para as pessoas um cristianismo que liberta o ser humano – do pecado, das ansiedades, da falta de sentido, etc – e não uma religião dogmática, que aprisiona, pela imposição de um monte de regras e através da culpa.

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