FELIZ NATAL

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Para você, que vive diariamente o desafio de ser cristão, meus melhores votos de Feliz Natal, cheio de bençãos de Deus.

Nunca devemos nos esquecer o que o Natal significa. Sua razão de ser não tem a ver com comer bem ou trocar presentes, embora não haja nada errado em fazer isso. Comemoramos a chegada de Jesus, que veio ao mundo para nos salvar.

Por isto mesmo, um dos hinos que gosto de ouvir no Natal é o famoso “Maravilhosa Graça” (“Amazing Grace”), escrito por um ex-traficante de escravos, transformado depois de se converter a Jesus. Apesar de não ser de uso tradicional nesta época do ano, acho que tem tudo a ver com o espírito do Natal.

Forneço abaixo a letra original, em inglês, e a tradução, em português, para quem não conhece o hino.

Com carinho

Amazing Grace

John Newton

Amazing grace, how sweet the sound
That saved a wretch like me,
I once was lost but now am found,
Was blind, but now I see.
‘Tis grace that taught my heart to fear,
And grace my fears relieved.
How precious did that grace appear
The hour I first believed.
Through many dangers, toils and snares,
I have already come.
‘Tis grace hath brought me safe thus far,
And grace will lead me home.”

Maravilhosa Graça
John Newton

Ó Graça maravilhosa, como é doce o som,

Que salvou um desventurado como eu.
Estava perdido, mas agora fui achado,
Fui cego, mas agora vejo.
Essa Graça ensinou meu coração a temer,
E aliviou os meus medos.
Quão preciosa a Graça pareceu-me,

No primeiro momento em que acreditei.

Por muitos perigos, lutas e armadilhas,

Já passei.

Essa Graça trouxe-me até aqui,

E a Graça conduzir-me-á para casa.

 
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Vinicius Moura

Nasci em 1951. Já estou entrando naquela idade em que as pessoas não mais buscam aventuras, mas, de certa forma, este blog é uma aventura para mim, pois não sei bem o que esperar dele. Sou evangélico desde o nascimento. Sou também autodidata e venho me dedicando a esse tipo de estudo há mais de 20 anos. Tenho a oferecer, no papel de mediador deste blog, a experiência que acumulei ao longo de todos esses anos. Quero mostrar para as pessoas um cristianismo que liberta o ser humano – do pecado, das ansiedades, da falta de sentido, etc – e não uma religião dogmática, que aprisiona, pela imposição de um monte de regras e através da culpa.